sexta-feira, 15 de julho de 2011
AMISTAD
A amistad es un verdadero tesoro que en nuestro corazón debemos resguardar de esas malas intenciones, de ese dudar…
La amistad no entiende de razas, ni de distancias, ni de estatus social, la verdadera amistad se forja cada dia, regándola con la verdad…
Por mucho que nos duela el verdadero amigo nos dira lo que no quisiéramos escuchar, no es para herirnos ,al contrario, es para nuestro buen camino encontrar…
La amistad es duradera siempre que la cuidemos como se merece, sin dar la espalda a ese amigo/a… puede que veamos que los problemas en vez de hacerse pequeños, se engrandecen pero si los compartimos con un amigo/a conseguiremos que estos se esfumen y desaparezcan…
Reír por los logros de un amigo, llorar por el dolor de esa amistad, creer ante todo en esa persona, aunque ella misma deje de creer en si misma.
Encender una lucecita con una sonrisa cuando se pierda en la oscuridad…no soltarle de la mano cuando no consiga su camino hallar estar pendiente de su necesidad de desahogo, estar ahí en silencio y sus problemas e ilusiones con atención compartir y escuchar.
Saber que tienes en la distancia una amiga, aunque no la puedas ver ni tocar, la distancia puede parecer enorme, sí la medimos en kilómetros pero no lo es tanto si la mides con tu alma, mírala con atención, en ella encontraras el consuelo de que no estas sola, qué alguien vela por tu felicidad, alguien por ti se preocupa y te piensa, ésa es la verdadera amistad.
Sois unos verdaderos amig@s y os quiero por ello.
VICTORIA do blog NOS NECESITAN
Primeiro quero dizer para Mercedes, Mercedes que o texto é em espanhol rsrsrsrs...Bom, outro dia contatando com a prof. Graça, mais uma nobre amiga deste bloguer (gosto de me chamar assim), reparei que fiz dois anos de blog e conto com mais de 50 seguidores (confesso:nunca imaginei e não esperava mesmo)...esse texto de miha amiga Victória define muito o que eu encontrei neste tempo, neste blog, nesta blogosfera que se junta ao que plantei e colhi até hoje neste mundo em vivo (em carne e osso), referente a amizade...também hoje abri meu email e recebi um texto lindo da Marta Medeiros ( a maravilhosa) de minha amiga Nadia (que tenho tanta saudade de conviver novamente, mas fazemos escolhas seguimos caminhos, mas nosso contato é o coração....).
É um post de agradecimento. Obrigado minha amiga Eliana, que literalmente me devolveu o sorriso (sempre lembrando Dark Angel, que sempre me mandou sosrisos), e que serei para sempre grato, não pelo alivio estético, pmas pela devolução de minha autoestima.
Agradecer minha amiga prof. Graça por um scrap que achei que tinha pego, mas preciso receber por email para publicar, e um Selo Blog de Ouro, que não cosneegui localizar para publicar (sou meio bocaberta)...
Agradecer Edson Carmo por mais um Selo, uma ressalva aqui, este senhor sempre, não sei como, quando estou prestes a desistir de tudo, achando que nada dá certo, que o universo conspira contra mim, que eu...bem, el me dá um mimo, e me faz lembrar que sou filho de Deus e estarei sempre amparado por Ele.
Na verdade gostaria de agradecer a cada um dos 50, eu disse cinquenta seguidores do meu blog (na verdade nunca pensei...)o que me deixa cheio de orgulho e felicidade,e, dizer também que são as pessoas mais inteligentes, mais bacanas, mais tudo de bom que Deus nos der, OBRIGADO.
Também quero agradecer Rosana Souza, pois a internet para mim se divide antes e depois da Rosana, amo esta poeta.
Obrigado Rayuela, por poemas que a cada dia ajudam-me a (des)resconstruir meus outros sentidos...
Bom, também devo agradecer Blas, pelos post tão inteligentes...ao dr. Pedro Luso, por seus post não menos inteligentes...Minha querida Mercedes, Mercedes, que escreve contos como ninguém, sómente como ela...ao prof. Elian, que a cada post, a cada comentário descubro uma pessoa especialmente sensível...vou para por aqui, me perdoem os que não citei, mas os amo muito, e com certeza não estaria aqui se não fossem vocês...
Obrigado ao meu primo Giba, que é meu seguidor, minha sobrinha Victória, que ganhou um computador e está introduzindo minha irmã Liane, que está lendo o que escrevo...
OBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIGADOBRIG
terça-feira, 12 de julho de 2011
DELÍRIOS DO FRIO
Madrugada fria em São Jose dos Ausentes
Amanheceu tão frio dentro de mim, como a manhã mais fria deste inverno. Eu já sabia de sua chegada, só nunca consigo prever o dia, o momento, os motivos que me levam ao seu encontro. Tive as mais belas alegrias nos últimos dis, era de se desconfiar, nada é para sempre, nada. É difícil entender o que dizes, quando gritas comigo ou me acelera, tenho meu tempo, além do mais, já vivo muito tempo neste aquário, sei nadar em qualquer canto. Estou triste (nada de perigo, nada de suicídio), mas estou triste...talvez a noite mal dormida, talvez o vazio de minha cama.
Alguém me disse outro dia, que melhor do que remédio, era um bom cálice de vinho, livros, uma boa conversa (então interrompi). O que é uma boa conversa ? Lhe expliquei que as melhores conversas venho tendo com os amigos que visitam meu blog e deixam algum comentário, é a deixa...posso fazer o comentário do comentário.(Na verdade existe uma pessoa próxima que tenho boas conversas, é minha amiga Eliana). Tem que ser o frio...quando durmo, minh'alma vaga pela geada da madrugada, neste campos do Sul, ou se perde em alguma esquina, ou nem me lembro mais, diria Pitty. Gostaria de achar um verso bem bonito, mas achei uns trechos de Caio (que eu acho lindos, mas...):
'eu sentia uma profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.'
'ando meio fatigado de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis'
Eu devia estar feliz, tenho 50 seguidores (amo cada um destes seres),ganhei dois selos e um scrap, mas eu estou feliz, e farei um post melhor, não tão dolorido, para mostrar meus mimos e meu agradecimento.
Por hoje foi só o que consegui...já sinto-me aliviado por poder falar o que acho que tou sentindo, afinal, a vida é feita de um pouco de tudo...
Amanheceu tão frio dentro de mim, como a manhã mais fria deste inverno. Eu já sabia de sua chegada, só nunca consigo prever o dia, o momento, os motivos que me levam ao seu encontro. Tive as mais belas alegrias nos últimos dis, era de se desconfiar, nada é para sempre, nada. É difícil entender o que dizes, quando gritas comigo ou me acelera, tenho meu tempo, além do mais, já vivo muito tempo neste aquário, sei nadar em qualquer canto. Estou triste (nada de perigo, nada de suicídio), mas estou triste...talvez a noite mal dormida, talvez o vazio de minha cama.
Alguém me disse outro dia, que melhor do que remédio, era um bom cálice de vinho, livros, uma boa conversa (então interrompi). O que é uma boa conversa ? Lhe expliquei que as melhores conversas venho tendo com os amigos que visitam meu blog e deixam algum comentário, é a deixa...posso fazer o comentário do comentário.(Na verdade existe uma pessoa próxima que tenho boas conversas, é minha amiga Eliana). Tem que ser o frio...quando durmo, minh'alma vaga pela geada da madrugada, neste campos do Sul, ou se perde em alguma esquina, ou nem me lembro mais, diria Pitty. Gostaria de achar um verso bem bonito, mas achei uns trechos de Caio (que eu acho lindos, mas...):
'eu sentia uma profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.'
'ando meio fatigado de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis'
Eu devia estar feliz, tenho 50 seguidores (amo cada um destes seres),ganhei dois selos e um scrap, mas eu estou feliz, e farei um post melhor, não tão dolorido, para mostrar meus mimos e meu agradecimento.
Por hoje foi só o que consegui...já sinto-me aliviado por poder falar o que acho que tou sentindo, afinal, a vida é feita de um pouco de tudo...
terça-feira, 5 de julho de 2011
AMOR, MEU GRANDE AMOR
folhas do outono
Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções como as paixões
E as palavras
me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo ou se sou água
Amor, meu grande amor
Me chegue assim bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir o que não sente
(Refrão)
Que tudo que ofereço
É meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver
Que eu seja a última e a primeira
E quando eu te encontrar, meu grande amor
Me reconheça
(Refrão)
Amor, meu grande amor
Que eu seja a última e a primeira
E quando eu te encontrar, meu grande amor
Por favor, me reconheça
Angela Ro Ro
Amor, meu grande amor
Não chegue na hora marcada
Assim como as canções como as paixões
E as palavras
me veja nos seus olhos
Na minha cara lavada
Me venha sem saber
Se sou fogo ou se sou água
Amor, meu grande amor
Me chegue assim bem de repente
Sem nome ou sobrenome
Sem sentir o que não sente
(Refrão)
Que tudo que ofereço
É meu calor, meu endereço
A vida do teu filho
Desde o fim até o começo
Amor, meu grande amor
Só dure o tempo que mereça
E quando me quiser
Que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver
Que eu seja a última e a primeira
E quando eu te encontrar, meu grande amor
Me reconheça
(Refrão)
Amor, meu grande amor
Que eu seja a última e a primeira
E quando eu te encontrar, meu grande amor
Por favor, me reconheça
Angela Ro Ro
segunda-feira, 27 de junho de 2011
NÃO QUERO TER FUTURO NEM PASSADO
folhas de Inverno...
"Na verdade, os grandes poetas morrem da alucinante beleza que carregam dentro de si. Quando as palavras e as rimas, as sonoridades e os ritmos já não mais conseguem dar vazão a tanta beleza, essa mesma beleza os aniquila. Morrem os poetas, portanto, envenenados, intoxicados de beleza. Porque a beleza que fica represada é tão letal quanto uma dose excessiva de cocaína. A beleza que não consegue mais se expressar mata seu portador." pensamento do persogem Humberto, um tradutor de Emily Dickibson no conto ALJOFRE, do Livro de Contos de IVO BENDER.
Demorei tanto tempo até chegar nesta, que para mim, é uma verdade, para entender porque os poetas morrem de amor. Desde quando comecei a ler Literatura, os poetas românticos me fascinaram, e , apesar de saber de sua história, era muito dificíl eu chegar a uma conclusão sobre as mortes precoces, que tanto me fascinaram, que cheguei a desejar minha morte quando fizesse 23 anos. Graças a Deus não aconteceu; ainda aprendo com cada nascer de dia, estou aprendendo a viver o milagre da vida. Mas então o amor, sempre soube um pouco dele, primeiro por meus pais, mais minha mãe; depois meus saudosos e queridos avós maternos, estes sim, conheci um amor infinito e pleno, embora não existam mais nesta passagem, ainda os amo, e os amo muito.
Depois disso, tudo foi enganação...claro existe o amor dos amigos, ou amor de amigo, sim, este conheci,e, graças a Deus também, continuo conhecendo, e me surpriendendo cada vez mais, ou não, pois o amor de amigo vai mais além, do que aquele amor que quero falar. Este amor que faz existir o desejo pelo outro, um egísmo doído, a ponto de se ficar cego para tudo o que o ser amado faz, pois tudo parece perfeito...sim, eu sei, já amei assim um dia, mas acho que acabou...acabou comigo também.
Mas o amor é beleza, mesmo uma flor morta (se bem que acho muita beleza em natureza morta) aos olhos dos apaixonados é bela.
Isso me encantou no conto, no personagem, na história, que prefiro não contar, é bela demais para um pobre mortal tentar rascunhar. Mas o mais importante para mim no momento, é este momento de lucidez, tranquilidade,e seguir e seguir sempre...
Recebi outro soneto de meu amigo Dilsom Gimba, e acho que fecha esta parte do post:
QUERO
Quero sonhar num colorido sono,
Quero sorrir e acalmar o pranto,
Quero alar de liberdade o canto,
Não ser cativo e de ninguém ser dono.
Quero viver, me preocupar com a vida,
Sorrir à toa em hilariantes tons,
Quero fazer destes momentos bons
Fatos constantes e sem despedida.
Pouco me importa o corre lá fora
Faço do agora minha eternidade
E dos momentos meu princípio e fim.
Não quero ter futuro nem passado
Quero viver somente a intensidade
Deste presente eterno que há em mim.
"Na verdade, os grandes poetas morrem da alucinante beleza que carregam dentro de si. Quando as palavras e as rimas, as sonoridades e os ritmos já não mais conseguem dar vazão a tanta beleza, essa mesma beleza os aniquila. Morrem os poetas, portanto, envenenados, intoxicados de beleza. Porque a beleza que fica represada é tão letal quanto uma dose excessiva de cocaína. A beleza que não consegue mais se expressar mata seu portador." pensamento do persogem Humberto, um tradutor de Emily Dickibson no conto ALJOFRE, do Livro de Contos de IVO BENDER.
Demorei tanto tempo até chegar nesta, que para mim, é uma verdade, para entender porque os poetas morrem de amor. Desde quando comecei a ler Literatura, os poetas românticos me fascinaram, e , apesar de saber de sua história, era muito dificíl eu chegar a uma conclusão sobre as mortes precoces, que tanto me fascinaram, que cheguei a desejar minha morte quando fizesse 23 anos. Graças a Deus não aconteceu; ainda aprendo com cada nascer de dia, estou aprendendo a viver o milagre da vida. Mas então o amor, sempre soube um pouco dele, primeiro por meus pais, mais minha mãe; depois meus saudosos e queridos avós maternos, estes sim, conheci um amor infinito e pleno, embora não existam mais nesta passagem, ainda os amo, e os amo muito.
Depois disso, tudo foi enganação...claro existe o amor dos amigos, ou amor de amigo, sim, este conheci,e, graças a Deus também, continuo conhecendo, e me surpriendendo cada vez mais, ou não, pois o amor de amigo vai mais além, do que aquele amor que quero falar. Este amor que faz existir o desejo pelo outro, um egísmo doído, a ponto de se ficar cego para tudo o que o ser amado faz, pois tudo parece perfeito...sim, eu sei, já amei assim um dia, mas acho que acabou...acabou comigo também.
Mas o amor é beleza, mesmo uma flor morta (se bem que acho muita beleza em natureza morta) aos olhos dos apaixonados é bela.
Isso me encantou no conto, no personagem, na história, que prefiro não contar, é bela demais para um pobre mortal tentar rascunhar. Mas o mais importante para mim no momento, é este momento de lucidez, tranquilidade,e seguir e seguir sempre...
Recebi outro soneto de meu amigo Dilsom Gimba, e acho que fecha esta parte do post:
QUERO
Quero sonhar num colorido sono,
Quero sorrir e acalmar o pranto,
Quero alar de liberdade o canto,
Não ser cativo e de ninguém ser dono.
Quero viver, me preocupar com a vida,
Sorrir à toa em hilariantes tons,
Quero fazer destes momentos bons
Fatos constantes e sem despedida.
Pouco me importa o corre lá fora
Faço do agora minha eternidade
E dos momentos meu princípio e fim.
Não quero ter futuro nem passado
Quero viver somente a intensidade
Deste presente eterno que há em mim.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
BALADA PARA UN LOCO (DRAMA)
imagens do vulcão
Balada para un loco (Recitado)
Las tardecitas de Buenos Aires tienen ese no sé qué, ¿viste?.
Salís de tu casa, por Arenales .
Lo de siempre: en la calle y en vos…
Cuando de repente, de atrás de un árbol, me aparezco yo.
Mezcla rara de penúltimo linyera y de primer polizonte a Venus:
medio melón en la cabeza, las rayas de la camisa pintadas en la piel,
dos medias suelas clavadas en los pies y una banderita de taxi libre
levantada en cada mano. ¡Te reís!…
Pero sólo vos me ves: porque los maniquíes me guiñan;
los semáforos me dan tres luces celestes,
y las naranjas del frutero de la esquina me tiran azahares.
¡Vení!, que así, medio bailando y medio volando,
me saco el melón para saludarte,
te regalo una banderita y te digo…
(Recitado)
Salgamos a volar, querida mía;
subite a mi ilusión supersport,
y vamos a correr por las cornisas
¡con una golondrina en el motor!
De Vieytes nos aplauden: “¡Viva! ¡Viva!”
los locos que inventaron el Amor:
y un ángel y un soldado y una niña
nos dan un valsecito bailador.
Nos sale a saludar la gente linda…
Y loco –pero tuyo– ¡qué sé yo!:
provoco campanarios con la risa,
y al fin, te miro, y canto a media voz:
(Gritado)
¡Viva! ¡Viva! ¡Viva!
Loca ella y loco yo…
¡Locos! ¡Locos! ¡Locos!
¡Loca ella y loco yo!
Piazzola e Ferrer
Balada para un loco (Recitado)
Las tardecitas de Buenos Aires tienen ese no sé qué, ¿viste?.
Salís de tu casa, por Arenales .
Lo de siempre: en la calle y en vos…
Cuando de repente, de atrás de un árbol, me aparezco yo.
Mezcla rara de penúltimo linyera y de primer polizonte a Venus:
medio melón en la cabeza, las rayas de la camisa pintadas en la piel,
dos medias suelas clavadas en los pies y una banderita de taxi libre
levantada en cada mano. ¡Te reís!…
Pero sólo vos me ves: porque los maniquíes me guiñan;
los semáforos me dan tres luces celestes,
y las naranjas del frutero de la esquina me tiran azahares.
¡Vení!, que así, medio bailando y medio volando,
me saco el melón para saludarte,
te regalo una banderita y te digo…
(Recitado)
Salgamos a volar, querida mía;
subite a mi ilusión supersport,
y vamos a correr por las cornisas
¡con una golondrina en el motor!
De Vieytes nos aplauden: “¡Viva! ¡Viva!”
los locos que inventaron el Amor:
y un ángel y un soldado y una niña
nos dan un valsecito bailador.
Nos sale a saludar la gente linda…
Y loco –pero tuyo– ¡qué sé yo!:
provoco campanarios con la risa,
y al fin, te miro, y canto a media voz:
(Gritado)
¡Viva! ¡Viva! ¡Viva!
Loca ella y loco yo…
¡Locos! ¡Locos! ¡Locos!
¡Loca ella y loco yo!
Piazzola e Ferrer
quinta-feira, 16 de junho de 2011
AS FLORES DE PLÁSTICO NÃO MORREM
by Rosana Souza, e não são flores de plástico..
Eu vou continuar como os velhos cantores de blues e morrer no palco...
Morrissey
Ontem assisti ao eclipse ( a sombr da Terra sobre a Lua), ou o que sobrou dele para nós, aqui no hemisfério sul...a Lua me encanta, como toda a natureza, mas estes momentos raros, é tão fascinante...acredito em renovação, em possíbilidades, mutações (valha-me ametista). Acordei hoje e o frio que cortava alma, ainda ontem, não fez nem cócega, então pude tomar meu delícioso banho frio (quer dizer, quase gelado), e acordar por fim. Na rua, além da cachorra Preta esperando que eu lhe desse o desjejum, havia um céu azul, imenso, profundo...inevitável não pensar em minha poeta RosanAzul. Devido aos acontecimentos nada bons de ontem pela manhã no trabalho, por via das dúvidas tomei um rivotril e meio, e caminhei rumo ao trabalho. Em silêncio, sem bons-dias, eu sou um estranho nesta cidade, embora já esteja por aqui há mais de 10 anos. Não consigo a intimidade como consegui na outra, Santa Cruz do Sul (sinto falta dos amigos, Carmen, Lula, Soni...). Aqui tenho uma amiga em especial, que está me emprestando seu dentista, para um conserto em minha boca. Acho que tenho falado de menos, sorrido de menos, mas estou com menos vergonha também, com a falta deste dente. No trabalho como atendo pessoas, às vezes tenho de falar, perguntar, e como é um público variado, os pobres como eu é normal a falta de dente, nem um assombro, mas a parte pequeno-burguesa (que é em grande número) me lançam aquele olhar, sabe, aquele olhar de desaprovação, tipo, como um funcionário público fica sem um dente da frente, dos colegas (divagações, sou meio paranóico), dos colegas percebo conversinhas paralelas, olhares, como conheço meu elitorado, sei que falam pelas costas, faz parte...Olha que irônico, existe uma campanha no trabalho que diz que devemos ser gentis, sorrir para as pessoas...se eu fizer isso eles vão achar que tou debochando,né ?(rsrsrsrsrs).Enfim...
Como diria Morrissey, quando vocalista dos The Smiths...Só o céu sabe como estou arrasado agora, ou, não sei porque me importo com pessoas que querem me dar um chute no olho. Meu Deus, passei boa parte de minha 'juventude' ouvindo e acreditando nisso, sofrendo com aquela música. Acho que isso não saiu de mim ainda (talvez nunca saia),as mais belas e tristes canções que já ouvi. Ouço até hoje, e sei que vou entrar em depressão quando sinto uma vontade terrível de escutá-las.
O título do último post deveria estar aqui, neste, é de uma música dos Titãns ou nome de um disco também, mas vou uasr o trechjo de uma música, também deles (uma de minhas favoritas).
Eu vou continuar como os velhos cantores de blues e morrer no palco...
Morrissey
Ontem assisti ao eclipse ( a sombr da Terra sobre a Lua), ou o que sobrou dele para nós, aqui no hemisfério sul...a Lua me encanta, como toda a natureza, mas estes momentos raros, é tão fascinante...acredito em renovação, em possíbilidades, mutações (valha-me ametista). Acordei hoje e o frio que cortava alma, ainda ontem, não fez nem cócega, então pude tomar meu delícioso banho frio (quer dizer, quase gelado), e acordar por fim. Na rua, além da cachorra Preta esperando que eu lhe desse o desjejum, havia um céu azul, imenso, profundo...inevitável não pensar em minha poeta RosanAzul. Devido aos acontecimentos nada bons de ontem pela manhã no trabalho, por via das dúvidas tomei um rivotril e meio, e caminhei rumo ao trabalho. Em silêncio, sem bons-dias, eu sou um estranho nesta cidade, embora já esteja por aqui há mais de 10 anos. Não consigo a intimidade como consegui na outra, Santa Cruz do Sul (sinto falta dos amigos, Carmen, Lula, Soni...). Aqui tenho uma amiga em especial, que está me emprestando seu dentista, para um conserto em minha boca. Acho que tenho falado de menos, sorrido de menos, mas estou com menos vergonha também, com a falta deste dente. No trabalho como atendo pessoas, às vezes tenho de falar, perguntar, e como é um público variado, os pobres como eu é normal a falta de dente, nem um assombro, mas a parte pequeno-burguesa (que é em grande número) me lançam aquele olhar, sabe, aquele olhar de desaprovação, tipo, como um funcionário público fica sem um dente da frente, dos colegas (divagações, sou meio paranóico), dos colegas percebo conversinhas paralelas, olhares, como conheço meu elitorado, sei que falam pelas costas, faz parte...Olha que irônico, existe uma campanha no trabalho que diz que devemos ser gentis, sorrir para as pessoas...se eu fizer isso eles vão achar que tou debochando,né ?(rsrsrsrsrs).Enfim...
Como diria Morrissey, quando vocalista dos The Smiths...Só o céu sabe como estou arrasado agora, ou, não sei porque me importo com pessoas que querem me dar um chute no olho. Meu Deus, passei boa parte de minha 'juventude' ouvindo e acreditando nisso, sofrendo com aquela música. Acho que isso não saiu de mim ainda (talvez nunca saia),as mais belas e tristes canções que já ouvi. Ouço até hoje, e sei que vou entrar em depressão quando sinto uma vontade terrível de escutá-las.
O título do último post deveria estar aqui, neste, é de uma música dos Titãns ou nome de um disco também, mas vou uasr o trechjo de uma música, também deles (uma de minhas favoritas).
terça-feira, 14 de junho de 2011
JESUS NÃO TEM DENTES NOS PAÍS DOS BANGUELAS
imagem do vulcão
post inacabado...
Varre-me a alma sentimentos confusos, meio alegres, meio tristes, tou lendo um livro de 9 contos, do Ivo Bender, estanquei no 7º, dor, desamor, ele provoca esta sensações estranhas em mim, não só o último que li, que é instigante, me encontrei ali, e é assustador. Mas tem o Sonora, que me encantou, é tão romântico, aliás, os sete que li até aqui, muito bem escrito, rico em detalhes, pra quem é do Sul e para quem não conhece, é meio surreal, típica literatura de nossos genios latinos, a literatura fantástica...
Soube da morte de um conhecido bem próximo, meio suspeita, pois até agora não informaram, através da impresa se foi latrocínio ou "queima de arquivo", enfim, não importa, mas morte assim, me deixa pra baixo, pô eu conhecia o cara, vi ele ainda ontem...que Deus o tenha.
...e neste post inacabado, um momento de alegria, um presente de um amigo chamada Dilsom Gimba, um poeta, o soneto é muito belo, eu gostei muito:
PRESENTE
Decidi pelo vôo itinerante
E ter um coração livre e alado
A viver as clausuras do passado
Esperando algo novo logo adiante.
Abandonei, de vez , a impermanência
E as frágeis construções do cotidiano
Abrindo asas para um novo oceano
E buscando a pura luz da consciência.
Não quero resgatar o que passou,
A chama, por si já se extinguiu
E as cinzas restaram, do que fiz.
Não busco, tampouco, um amanhã
A chama por si se acenderá
Me basta, hoje, ser feliz.
post inacabado...
Varre-me a alma sentimentos confusos, meio alegres, meio tristes, tou lendo um livro de 9 contos, do Ivo Bender, estanquei no 7º, dor, desamor, ele provoca esta sensações estranhas em mim, não só o último que li, que é instigante, me encontrei ali, e é assustador. Mas tem o Sonora, que me encantou, é tão romântico, aliás, os sete que li até aqui, muito bem escrito, rico em detalhes, pra quem é do Sul e para quem não conhece, é meio surreal, típica literatura de nossos genios latinos, a literatura fantástica...
Soube da morte de um conhecido bem próximo, meio suspeita, pois até agora não informaram, através da impresa se foi latrocínio ou "queima de arquivo", enfim, não importa, mas morte assim, me deixa pra baixo, pô eu conhecia o cara, vi ele ainda ontem...que Deus o tenha.
...e neste post inacabado, um momento de alegria, um presente de um amigo chamada Dilsom Gimba, um poeta, o soneto é muito belo, eu gostei muito:
PRESENTE
Decidi pelo vôo itinerante
E ter um coração livre e alado
A viver as clausuras do passado
Esperando algo novo logo adiante.
Abandonei, de vez , a impermanência
E as frágeis construções do cotidiano
Abrindo asas para um novo oceano
E buscando a pura luz da consciência.
Não quero resgatar o que passou,
A chama, por si já se extinguiu
E as cinzas restaram, do que fiz.
Não busco, tampouco, um amanhã
A chama por si se acenderá
Me basta, hoje, ser feliz.
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